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MISSÃO EDUCATIVA DAS FAMÍLIAS.
Missão educativa das famílias - “As famílias são chamadas a uma missão educativa primária e imprescindível. Constituem o primeiro lugar onde se vivem e transmitem os valores do amor e da fraternidade, da convivência e da partilha, da atenção e do cuidado pelo outro. São também o espaço privilegiado para a transmissão da fé, a começar por aqueles primeiros gestos simples de devoção que as mães ensinam aos filhos”. (Papa Francisco, em sua mensagem para o Dia Mundial da Paz, 1º/janeiro/2016).

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DO “EU ESTREITO” AO “EU EXPANSIVO.”
DO “EU ESTREITO” AO “EU EXPANSIVO.”

“Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz cada dia, e siga-me” Lc 9,23)

Uma leitura superficial do evangelho de hoje pode dar a impressão que o cristianismo é a religião que preconiza o sofrimento, a renúncia, a negação de si mesmo, o esvaziamento da própria identidade.
O sofrimento foi de tal modo exaltado que levou muita gente a viver na passividade e resignação, esvaziando o sentido do seguimento e bloqueando a esperança.
De fato, existem sofrimentos que são vazios, sem sentido, “in-sensatos”..., pois fecham a pessoa em si mesma, na sua aflição e angústia; não apontam para o futuro, para a vida.
Como consequência, a Cruz ocupou o primeiro lugar e tudo passou a girar em torno a ela.
Mas Jesus não buscou a dor nem negou a vida. Pelo contrário, a missão primeira de Jesus foi a de aliviar toda dor humana. Por isso, suas inumeráveis curas relatadas nos evangelhos. Suas palavras não são uma exaltação do sofrimento, senão que expressam uma grande sabedoria: elas buscam “despertar” a pessoa para que possa viver com mais plenitude e perceber a melhor atitude frente à vida; elas condensam o significado de uma vida vivida por Jesus na fidelidade ao Pai que quer que todos vivam intensamente.

Todos nós carregamos recursos ainda adormecidos, potencialidades quase divinas que, em alguns momen-tos privilegiados, descobrimos em nosso interior. E, no entanto, ao reconhecer nossa fragilidade humana, estremecemos diante de nossas ricas capacidades.
Deixar-se determinar pelo “ego atrofiado” implica cair num con-formismo doentio e na mediocridade tranqüila e temerosa; ou seja, medo de ir além de si mesmo, para além de suas capacidades. Quem tem medo afunda-se no mar escuro e revolto da vida.
“Renunciar a si mesmo” desvela o dinamismo ou força de morte no interior de cada pessoa, marcado pelo medo de ir para além de si mesma; trata-se do medo de sua própria grandeza, o medo da sua missão, medo da vastidão dos seus sonhos... Por não ter horizontes, ela se limita ao seu modo habitual e fechado de viver; acomoda-se e não faz a travessia; não faz as coisas com paixão e com criatividade.
Quando não se vive em profundidade só resta a rotina, a superficialidade, o tarefismo sem sentido, o desânimo, o “vazio vital”; renunciando à tensão do “mais” a pessoa revela incapacidade de tomar a vida nas próprias mãos e dar-lhe uma direção mais ousada e criativa.

É nesse contexto que surgem inúmeros sofrimentos “in-sensatos” (sem sentido).
“Negar a vida” (o grego original não diz “bios”, nem “zoos”, mas “psyché” – “eu psicológico”) significa não reduzir-se ao “eu superficial” ou “ego”. Trata-se de negar a “ilusão do eu”, para acessar à Vida, que é nossa verdadeira identidade. Porque só quando deixamos de nos identificar com o “ego”, tomamos consciência da Vida que somos. Essa é a Vida de que fala o evangelho, a mesma Vida que Jesus viveu, com a qual Ele mesmo estava identificado (“eu sou a Vida”) e a que buscava despertar nos outros.

Nós somos continuamente bombardeados com slogans, imagens, mensagens... que nos obrigam a perma-necer na superfície de nós mesmos, ativando o nosso “ego” a ser o centro da nossa vida: “você vale”, “você pode”, “você merece”… “bem-vindo à república independente de sua vida” “o mundo à sua medida”, “pensa em você”, “seja você mesmo”, “viva a sua vida”, “sinta”, “experimente”, “aproveite”...

Quantas mensagens centradas o tempo todo no restrito campo do nosso ego!
Se o mundo se converte em uma competição de egos, então não sobra espaço para o diálogo, para o encontro, para o amor. Se a pessoa só se constrói a partir da auto-complacência e do olhar centrado em si mesma, termina fechando-se numa bolha que a isola. E essa bolha, finalmente, se torna uma prisão na qual ela fica só.
Vaidade, orgulho, soberba... revelam a atitude daquele que se volta sobre si mesmo e se coloca tão no centro, tão no pedestal, tão inflado e cheio de si, que se faz cego ou indiferente aos outros. É estar encantado de si mesmo, mendigando aplausos, esquecendo-se de seus pés de barro e de suas limitações. É acreditar ser o umbigo do mundo.

Mas o Evangelho de hoje nos convida, mais uma vez, a alargar o círculo, a olhar para fora, a descentrar-nos para encontrar o outro, a Deus, e, provavelmente, por esse caminho, também o olhar mais autêntico e completo sobre a nossa própria vida. Ali Jesus fala em “renunciar a si mesmo”. O modo mais simples de traduzir isso poderia ser: “deixa de viver para teu eu estreito”, “não gires em torno ao teu ego, porque esse modo de vida te aprisionará cada vez mais, e tua vida será vazia e estéril”.
Dito positivamente: trata-se de um convite a ir mais além do ego e descobrir nossa verdadeira identidade, aquela “identidade compartilhada”, na qual o próprio Jesus se encontrava.

Por isso, estamos diante de uma boa notícia: “Desperta!” “reconhece quem tu és!”.
“Descobrir-se a si mesmo” é descobrir que no próprio interior há um movimento infinito de construção de si mesmo, de identidade em movimento... que se torna possível graças a um constante arrancar-se do imobilismo e do auto-centramento existencial, que travam o fluxo da vida.
Só transcende quem se aproxima da própria interioridade, do próprio coração.
A verdadeira identidade, ou “eu expansivo”, é dinâmica, histórica, fecunda, aberta ao desconhecido, aventureira... Ela só se des-vela para aquele que se desprende das defesas e projeções do falso eu.

Como fazer para sair de um “estado de aprisionamento” e encontrar um lugar de expansão e de manifestação da livre circulação do impulso vital, que faz de cada um de nós um “sopro divino vivo”?
Ter identidade é viver a partir das raízes que nos sustentam. Em contato com a fonte e na viagem para dentro, clareia-se a visão de nós mesmos, da nossa originalidade e dignidade.
Há uma força de gravidade que nos atrai progressivamente para o mais profundo de nós mesmos, onde Deus nos espera e nos acolhe, e onde encontraremos o sentido de nossa existência e a verdadeira paz.
O sentido de nossa existência consiste, portanto, em “passar da morte à vida”: é a isso que as palavras de Jesus nos convidam. O destino do eu atrofiado é a morte: viver para o eu equivale a perder a vida. Pelo contrário, quem começa a descobrir sua verdadeira identidade, já está morrendo ao seu ego, porque desco-briu que é “outra realidade”: a Vida que não morre. E, a partir desta nova percepção, toda a visão da própria existência se modifica.
“Aquele que quer salvar seu ego, perde a vida; mas aquele que perde seu ego, salva a vida”. E Lucas acrescenta o “por minha causa”, para destacar nossa unidade em torno ao seguimento do Mestre.
Nesse sentido, “negar-se a si mesmo” e “carregar a cruz “ equivalem a fazer nosso o caminho de Jesus. Ele se negou a tomar o poder, nem usou a força e o prestígio como meios para servir e salvar a humani-dade. Jesus escolheu o único caminho que conduz ao coração do ser humano: a solidariedade com todos os excluídos da terra. Este foi o caminho d’Ele e este deve ser nosso caminho se queremos estar com Ele.

Textos bíblicos: Lc 9,18-24

Na oração: Diante da presença de Deus, esteja aberto ao contato com a própria realidade interior, para que venha à superfície aquilo que o sustenta e dignifica o seu viver.
Dirija seu olhar para o mais íntimo de si, onde nascem sentimen-tos e valores, decisões e gestos... onde você é convidado a se alegrar com os rastros da Graça.
- Cesse de buscar-se como “eu” e deixe-se repousar no Silêncio, na Presença que anima tudo o que é.
Não faça do “eu” o centro de sua existência nem de sua identidade. Neste esvaziamento do “ego” um “eu cris-
tificado e expansivo” vai renascendo e plenificando sua vida.

Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
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BOLO CREMOSO DE FUBÁ.
Bolo cremoso de fubá de Liquidificador


Modo de Preparo:


• Num liquidificador, coloque leite, leite condensado, ovos, açúcar, fubá, farinha de trigo manteiga, queijo parmesão ralado e pitada de sal e bata bem até formar uma mistura homogênea.

• Acrescente o fermento em pó, bata até misturar.

• Coloque a mistura em uma assadeira untada e enfarinhada e leve ao forno médio pré-aquecido por aproximadamente 50 minutos.

• Retire do forno e deixe esfriar.

• Sirva em seguida.

Ingredientes:
• 2 xícaras (chá) de leite

• 1 lata de leite condensado

• 3 ovos

• 1 e ½ xícaras (chá) de açúcar

• 1 xícara (chá) de fubá pré-cozido

• 3 colheres (sopa) de farinha de trigo

• 2 colheres (sopa) de manteiga (30 g)

• 1 colher (sopa) de fermento em pó

• 1 xícara (chá) de queijo minas meia cura ralado

• 1 pitada de sal
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10 USOS DO VICK VAPORUB.


10 Usos do Vick Vaporub
É pouco provável que uma pessoa adulta desconheça esta tradicional pomada contendo cânfora, mentol e eucaliptol, usualmente empregada como descongestionante nasal em casos de gripes e resfriados. No entanto, existem pelo menos mais 10 maneiras de utilizar esta substância para beneficiar nossa saúde e bem-estar.


Apresentamos a seguir outras formas de utilizar o velho e bom Vick Vaporub, mas uma nota importante antes de começar: Nunca use esse produto em bebês ou crianças menores de 2 anos!
1. Nos lábios – hidrata e elimina rachaduras
Se você está com os lábios rachados ou ressecados, faça o teste: aplique sobre eles essa pomada, com os dedos limpos, 3 vezes ao dia. Em 24 horas, irá notar uma grande melhora.
2. No couro cabeludo – acaba com a caspa e seborreia
Eis aqui uma receita caseira para acabar com a caspa: basta aplicar Vick Vaporub na raiz dos cabelos, deixar agindo por meia hora e depois lavar com seu xampu habitual.

3. No rosto – elimina espinhas
Se você está com problema de espinhas, use um pouquinho de Vick sobre elas, que secarão rapidamente.
4. Elimina dor de cabeça
Se você está com dor de cabeça, aplique um pouco de Vick nas têmporas, e a dor vai passar rapidamente. É claro que, se o problema persistir, você deve procurar um médico. Sugestões caseiras nunca devem substituir uma consulta com um profissional da saúde...

5. Alivia os sintomas das hemorroidas
Para quem tem problema de hemorroidas externas, o uso do Vick ajuda aliviar a dor e o incômodo provocado por este problema vascular. Esta é uma sugestão paliativa, para aliviar os sintomas. Nunca deixe de consultar seu médico.

6. Alivia dor nas articulações
Basta aplicar o produto nas articulações, para sentir um alívio quase que imediato das dores.
7. Como repelente de mosquitos
Ele ajuda a manter os mosquitos longe, mas evite aplicar perto dos olhos, porque arde muito.
8. Ajuda a eliminar a tosse noturna
Para aliviar aquela tosse noturna bastante incômoda, basta aplicar um pouco de Vick Vaporub nas solas dos pés, calçar meias (preferencialmente velhas e de algodão) e ir dormir. Retire as meias no dia seguinte ao acordar. Funciona mesmo!
9. Elimina rachaduras nos pés
Use o Vick quase da mesma maneira que usaria para aliviar a tosse noturna. Passe a substância nos pés, besuntando-os bem. Calce meias velhas de algodão e vá dormir, retirando-as na manhã seguinte. A pomada é um ótimo hidratante para os pés.
10. Elimina micose nas unhas
Quem tem micose nas unhas deve besuntá-las com Vick todos os dias, até conseguir tratar a micose. Não se assuste se a unha ficar escura, essa é a prova que o Vick está eliminando os fungos. Manter a aplicação do bálsamo, durante um período de duas semanas para limpar completamente as unhas de todas as bactérias remanescentes.

Nota: As informações e sugestões contidas neste site são meramente informativas e não devem substituir consultas com médicos especialistas.
Fonte; tudoporemail
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SENHOR DA VIDA.
Comum 1610: Senhor da Vida

A Liturgia de hoje mostra que Deus é SENHOR DA VIDA.
Ele VISITA seu povo e o liberta do pecado e do sofrimento.

As Leituras bíblicas ilustram essa verdade:
DUAS VIÚVAS, que perderam seus filhos,
foram consoladas por Deus,
através da obra salvadora de seus enviados.

Na 1ª Leitura, temos a Viúva de Sarepta: (1Rs 17,17-24)

O Profeta Elias em Sarepta recebe hospedagem na casa de uma viúva.
O filho dessa mulher adoece gravemente e morre.
Ela se sente duplamente angustiada:
pela perda do filho e por se considerar culpada da morte.

- Elias toma o menino nos braços, leva-o para o andar superior,
onde implora a Deus e lhe comunica novamente a vida.
Em seguida, desce e o restitui com vida à mãe.
É a primeira ressurreição encontrada na Bíblia.

- Diante da morte, Elias e a mulher têm atitudes diferentes:
Ela perde a esperança, sente-se derrotada e procura um culpado.
O profeta, ao invés, acredita no Deus da vida,
que não abandona o homem ao poder da morte.

* Diante de uma morte inexplicável, ou de uma desgraça,
ainda hoje, muitos falam de "castigos de Deus" e
acham que Deus manda doenças para punir os pecados.
Outros recorrem a adivinhos para descobrir o culpado.
Quem se comporta assim não tem fé no Deus da Vida.
Deus é bom e quer a vida e a felicidade de todos.

Na 2ª Leitura, Paulo se defende de acusações recebidas.
O Evangelho, que ele está anunciando, não o aprendeu dos homens,
mas o recebeu por revelação do próprio Cristo. (Gl 1,11-19)

No Evangelho, temos a Viúva de Naim. (Lc 7,11-17)
Lucas descreve um grande acontecimento humano:
o encontro da Morte e da Vida.

+ Dois cortejos se aproximam pelos caminhos de Naim.
- Um é formado por Jesus e seus discípulos.
O outro formado por uma mãe viúva e seus amigos,
que levam um féretro para a sepultura.

- Um é precedido por Jesus, o ressuscitado, o vencedor da morte.
O outro é precedido por um cadáver.

- Um representa a comunidade cristã radiante de alegria
junto ao seu "Senhor", que a conduz à vida.
O outro é símbolo da humanidade que ainda não encontrou Cristo:
está a caminho do campo santo e vê a morte como uma derrota irreversível.

+ Os dois cortejos se encontram:
- O "Senhor" SE COMPADECE da dor e das lágrimas da mãe viúva
(que representa toda a humanidade abatida e desesperada),
interrompe a caminhada para a morte e diz:
- para a Mãe: "não chores mais".
- para o Filho: "Levanta-te."

O que ele faz é sinal da presença de Deus:
O pranto torna-se um canto de alegria,
os dois grupos se unem num único brado de entusiasmo,
todos glorificam o Senhor, exclamando:
"Um grande profeta surgiu entre nós e Deus VISITOU o seu povo".

* A grande novidade não foi adiar a morte por alguns anos,
mas o que o fato encerra: a morte foi vencida...
Jesus é o SENHOR DA VIDA.
Ele não abandona o homem nas garras da morte,
mas o ressuscita para que viva para sempre.

+ Esta cena se repete todos os dias:

- Há grandes cortejos cheios de mortos,
de mortos que andam e se movem, mas não têm vida:
- É o grande cortejo dos desempregados, dos drogados, dos analfabetos,
dos sem-teto, dos terroristas, dos enfermos, dos inválidos...
Cortejo que passa todos os dias ao nosso lado e não nos damos conta.

- Ao encontro dele pode e deve ir outro cortejo,
formado de pessoas cheias de vida que acompanham Cristo...
comprometidas em responder à morte com a vida.

- Em que cortejo estamos?
- Que resposta damos aos que caminham no cortejo da morte?

Jesus não ficou indiferente diante do sofrimento humano.
Fez algo para aliviar.
Como seguidores de Cristo, devemos ir ao encontro dos que sofrem.
Se não podemos eliminar o sofrimento, podemos ao menos ser solidários.
A presença é sempre uma forma de ajudar quem passa por dificuldades...

Diante do milagre, o POVO exclamou:
"Um grande profeta surgiu em nosso meio e Deus visitou o seu povo".

Será que poderá contar conosco?

Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 05.06.2016
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