15 UTILIDADES DA BANANA QUE VOCÊ NÃO CONHECIA.
15 Utilidades da Banana Que Você Não Conhecia.
Bananas são conhecidas como "bombas energéticas" com altos valores nutricionais. Elas contêm muitas vitaminas, inclusive vitamina A, vitamina C, muitos componentes da família da vitamina B, potássio e três açúcares naturais: sacarose, frutose e glicose. Porém, se você pensa que as bananas são apenas nutritivas, reveja seus conceitos...

1. Dar brilho aos sapatos
Se você estiver sem material para lustrar seus sapatos, não se preocupe. Depois de comer uma banana, use a casca. Remova os resíduos da banana e esfregue a parte interna da casca nos seus sapatos, Como acabamento, esfregue papel-toalha.

2. Para deixar de fumar
Banana pode ajudar a DEIXAR DE FUMAR. As vitaminas B12, B6 e os minerais potássio e magnésio existentes na banana ajudam o organismo a superar os efeitos da abstinência de nicotina.

3. Para tratar dos joanetes
Vinagre e cremes cosméticos podem ser bons para aliviar joanetes doloridos. Porém, quando não estão disponíveis ou são muito caros, uma banana será a solução. Esmague uma banana e passe-a sobre a área afetada. Você pode usar a casca para esfregar na pele. Algumas pessoas enrolam a parte interna da casca da banana no joanete e a deixam assim por uma noite.

4. Alívio de picadas e mordidas
Os açúcares da casca da banana irão aliviar uma picada de mosquito, bem como o vermelhão que a acompanha.

5. Uma solução para o pulgão das plantas
Pulgões são bem irritantes quando atacam suas flores e jardim. Pegue alguns pedaços de cascas de banana e as enterre a 1 ou 2 cm de profundidade em volta da base da planta. NÃO use a fruta, pois ela atrairá ainda mais pulgões e outros insetos.

6. Alivia os sintomas da azia
A banana contém antioxidantes naturais que poderão aliviar a sua azia. Coma uma banana para sentir-se mais bem disposto.

7. Para amaciar carnes
Se você quiser amaciar a carne enquanto a descongela, enrole-a em folhas de bananeira. Isso também funciona para peixes. Enquanto estiver cozinhando, acrescente uma banana madura para amaciar e dar um toque adocicado ao prato.

8. Alívio dos incômodos da TPM
As vitaminas do grupo B encontradas na banana regulam os níveis de açúcar no sangue, o que afeta diretamente o humor. O potássio da fruta neutraliza os inchações e a retenção de líquido.

9. Mandar a RESSACA embora
Após uma noitada de excessos alcoólicos, ferva uma xícara de água e coloque nela duas cascas de banana. Espere esfriar e beba.

10. Para tratar de hemorroidas que sangram
Cozinhe no vapor duas bananas com casca até que elas fiquem macias. Coma-as com o estômago vazio, pela manhã e à noite, até que o problema alivie.

11. Melhorar a qualidade do seu sono
Bananas contém um grande estimulante de vitamina B6 que ajuda a manter o mecanismo de sono/vigília normal e saudável. Coma uma banana pequena todos os dias para melhorar a qualidade do seu sono.

12. Substituta para a vitamina D
PESQUISAS indicam que a falta de vitamina D (que é obtida pela exposição ao sol) contribui muito para a depressão. Considerando-se que no inverno o sol é escasso, recomenda-se a obtenção de vitamina D através de outras fontes. Além de leite, peixe e abacate, a banana é uma grande fonte desse importante nutriente.

13. Devolva a hidratação a uma pele cansada
Para hidratar a pele do seu rosto, use uma pasta de banana. Aqui está uma receita simples:
• 2 colheres de sopa de óleo de amêndoas
• 1 banana madura
• 1 gema de ovo
Amasse a banana com um garfo, removendo os pedaços mais sólidos. Acrescente a gema e o óleo de amêndoas, misturando bem. Lave seu rosto e seque-o com uma toalha limpa. Coloque a mistura no rosto e deixe agir por 20 minutos. Lave o rosto com água fria e seque bem.
14. Ajuda a combater anemia
A vitamina B encontrada na banana estimula a produção de hemoglobina e ajuda a prevenir e tratar a anemia.

15. Clareamento dos dentes
Apesar da sua cor amarela, bananas podem realmente ajudar a CLAREAR SEUS DENTES. Pesquisas indicam que os minerais presentes na casca da banana, tais como potássio e bromina atuam no clareamento dos dentes sem danificá-los.

Corte a casca de uma banana em pequenos pedaços, esfregue a parte interna da casca nos seus dentes, em movimentos circulares por 2 a 3 minutos. Não os toque por 15 minutos (não coma nem beba nada, nem enxágue a boca). Depois, enxágue bem. Repita todos os dias e, em poucas semanas, aparecerão ótimos resultados.

Fonte: tudo por email
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RECADO DO PAPA FRANCISCO PARA AS FAMÍLIAS.
RECADO DO PAPA FRANCISCO ÀS FAMÍLIAS.


RECADO DO PAPA FRANCISCO PARA AS FAMÍLIAS.

Abençoar os filhos, rezar às refeições! - “Que poderá haver de mais belo, para um pai e uma mãe, do que abençoar os seus filhos no início do dia e na sua conclusão? Fazer na sua fronte o sinal da cruz, como no dia do Batismo? Não será esta, porventura, a oração mais simples que os pais fazem pelos seus filhos? Como é importante, para a família, encontrar-se também para um breve momento de oração antes de tomar as refeições juntos, a fim de agradecer ao Senhor por estes dons e aprender a partilhar o que se recebeu com quem está mais necessitado!” (Papa Francisco, no Jubileu das Famílias, 28/dezembro/2015) .
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ESSA “ESCUTA” TÃO DIFÍCIL...
ESSA “ESCUTA” TÃO DIFÍCIL...

“As minhas ovelhas escutam a minha voz, eu as conheço e elas me seguem” (Jo 10,27)

O específico do Tempo Pascal é deixar que os efeitos da Ressurreição se façam palpáveis; em outras palavras, é permitir que, em nossa vida cotidiana, a ressurreição de Cristo refulja, afaste toda escuridão e desperte a vida que estava atrofiada nos túmulos do fracasso, da impotência e do desânimo.
E essa experiência tem a ver mais com os sentidos que com a razão. Os olhos, agora cristificados, ficam assombrados diante da explosão de possibilidades, matizes e cores depois do rigor da quaresma.
O Evangelho deste domingo nos motiva ressuscitar também nossa capacidade de escuta para estar atentos à voz d’Aquele que vive. Precisamos afastar a pedra da entrada dos ouvidos para escutar a sinfonia de vida que, continuamente, faz seu recital ao nosso redor.

O convite à escuta nos interpela com força desde os primeiros tempos bíblicos; escuta como atitude de abertura à profundidade da vida, de uma vida que tem sentido e que se abre a uma dimensão transcendente, que entra em sintonia com Aquele que escuta e se faz escutar. Escutar como atitude de fé e não como simples exercício da capacidade de ouvir. Escutar é mais que ouvir.
O ser humano é o único capaz de escutar e de falar, porque é o único criado à imagem e semelhança d’Aque-le que é a Palavra cheia de verdade e a escuta cheia de amor.
“Escuta, Israel… amarás”. Escutar, abrir os ouvidos… diz-se que Israel é o povo da escuta, em vez de ser o povo da visão (gregos). É verdade que no deserto não há nada para ver. Os olhos mal se ajustam à luz… mas há cantos de areia, vozes no vento, gemidos de animais, palavras por dentro, no interior…
O povo que traz a Palavra de Deus é o povo da escuta. Portanto, o primeiro mandamento é “escutar”.
“Escuta”, ou seja, atende à Voz, acolhe a Palavra. No fundo, isto quer dizer: não te feches, não faças de tua vida um espaço isolado onde só são escutadas tuas vozes e as vozes do mundo. Para além de tudo o que fazes e pensas, daquilo que desejas e podes, estende-se o vasto campo da manifestação de Deus; abrir-se à Sua voz, manter a atenção acesa, ser receptivo diante de sua Palavra: esse é o princípio que plenifica e dá sentido à existência.
É Deus que nos ensina a calar e a fazer silêncio para não mais escutar a palavra que apequena e mata. Existe uma palavra que informa, educa, ensina, apazigua, alegra, reconforta e edifica, mas também há outra que confunde, obscurece, empobrece, entristece, quebra, divide...
Existe uma palavra que vivifica e outra que mata.
É importante progredir pelo caminho do silêncio, no qual nos educamos na escuta autêntica, que é a única capaz de nos conduzir ao puro amor. Porque o grau supremo da escuta é o silêncio cheio de amor.

Diante da voz do Bom Pastor não se trata de sermos receptivos a algumas ideias, ouvir determinados conceitos, mas de escutar com o ouvido do coração, procurando captar a vida que pulsa no coração d’Ele. Saber escutar, saborear o que Ele diz, entrar em comunhão de sentimentos, deixar-se impactar pelo seu modo de ser e de viver, suas opções, suas relações com o Pai e com os outros...
E isto exige uma capacidade de escuta de nós mesmos e uma profundidade que possivelmente está nos faltando, sobretudo se estivermos nos movendo na superficialidade da vida.
A vida é a verdadeira escola para a aprendizagem da escuta. Por isso, escutar a voz do Pastor implica nos colocar no caminho da verdadeira e autêntica humanização. Daí a insistência em ter uma atitude aberta e acolhedora de escuta.
O ser humano pós-moderno não poderá deixar ressoar em seu interior a voz do Pastor enquanto sua mente e seu coração estiverem petrificados no automatismo da vida. A convivência se revela tensa, ansiosa, diante da ausência de saber escutar. Ser seguidor do Ressuscitado pede de nós um novo ouvido para facilitar novas relações, a transformação social e aceitar a nova visão da existência humana.
Escutar o “mistério” entranhável e sempre livre do Pastor é o caminho para encontrar nossa originalidade, nosso nome, para nos encontrarmos n’Ele, deixando-nos impregnar pelo seu “modo de proceder”; só assim poderemos viver como “ressuscitados”.

Sem escuta profunda a vida se desumaniza e o ser humano se automatiza egoísticamente.
A escuta é o caminho da originalidade, é a condição para não se viver na inércia.

Custa-nos muito ter sempre uma atitude de escuta receptiva, sobretudo em nossa sociedade secularizada, globalizada, individualizada, informatizada ou tecnologizada. Tudo são aparelhos. Tudo são ruídos. Todo o mundo quer falar, expressar-se. Mas falta o interlocutor que escuta sabiamente.
Rubem Alves, com seu fino humor, afirmou: “Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória. Todo mundo quer aprender a falar. Ninguém quer aprender a ouvir. Pensei em oferecer um curso de escutatória. Mas acho que ninguém vai se matricular. Escutar é complicado e sutil”.
Escutar é uma arte difícil; aprender a escutar exige paciência e prática; escutar requer liberar tempos e criar hábitos: tempos para escavar significados e desmontar pré-juízos; hábitos para fazer silêncio e refletir sobre o escutado. O mais difícil não é aprender algo novo, mas desaprender algo antigo. Acontece o mesmo com a atitude de escutar: o difícil não é ouvir, mas esvaziar-se o suficiente para que a palavra escutada entre, ressoe e permaneça. Escutar é uma arte que implica todos os sentidos, não só os ouvidos: pede atenção às palavras, gestos, reações, silêncios...; pede saber interpretar e ler entrelinhas; pede meditar e digerir o visto e ouvido.
Se muitas de nossas conversações soam vazias e, com frequências, não conduzem a nenhum lugar, é porque não nos exercitamos para ser ouvintes.
Devemos escutar com ouvidos de Deus a fim de que nos seja dado falar com a Palavra de Deus.
Só quando prestamos atenção a essa voz interior é que assumimos o sentido de nossa existência. A busca do sentido da vida é um exercício de escuta.
Só quando escutamos atentamente esse chamado do Pastor Ressuscitado que emerge de nosso interior é possível perceber qual é a missão que devemos assumir ao longo da existência: ser presença de vida em meio a uma realidade marcada por tantas mortes.

Texto bíblico: Jo 10,27-30

Na oração: Orar, na verdade, não é, em primeiro lugar,
falar com Deus; antes, é calar-se para escu-tar. Deus é uma presença que “ressoa” em nosso interior e às vezes faz brotar o canto, outras vezes o louvor, outras vezes a palavra profética… Escutar faz-nos calar em todos os sentidos e, neste silêncio, aprofundamos em nós um desejo mais elevado.
Invoque a luz sobre o sentido da audição que a natureza o quis vigilante; perceba toda a exultação em escutar as vozes da natureza e acolha as ressonâncias das palavras, dos hinos e das melodias com as quais é tecida a oração.

Pe. Adroaldo Palaoror, SJ
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DOMINGO DO BOM PASTOR DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES.
COMENTANDO A PALAVRA DE DEUS
QUARTO DOMINGO DO TEMPO PASCAL

DOMINGO DO BOM PASTOR
DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES
Meus queridos Amigos e Irmãos na Fé!

O quarto Domingo da Páscoa é tradicionalmente chamado de Domingo do “BOM PASTOR”. O título tem razão de ser, pois as leituras e as orientações nos levam a contemplar Jesus como o Bom Pastor, aquele que dá a sua vida pelas ovelhas. Na Páscoa, esse mistério é ainda mais acentuado quando se considera a morte e ressurreição do Senhor como a suprema doação da vida do Filho de Deus para a salvação do mundo.
Mas, a oferta que Jesus faz de sua vida se prolonga na vida de muitos homens e mulheres que se entregam pela vida dos outros, doando-se abnegada e gratuitamente por causas das quais poderiam se eximir. Entretanto por decisão livre, por solidariedade, por reconhecimento de tudo o que são e possuem, movidos pelos impulsos do Espírito, religiosos ou não, fazem da sua existência um serviço de amor capaz de gerar vida nova e, em muitos casos, salvação.
A Eucaristia é lugar privilegiado de reconhecer esses sinais do Ressuscitado espalhados na sociedade e no mundo. Ela nos abre os olhos e os ouvidos para contemplar a misteriosa ação de Deus na história, projetando a luz da fé sobre as coisas bonitas que a televisão, os jornais, e a cultura atual não querem mostrar. O cristão, que vive da vida nova do Ressuscitado, rompe com os esquemas que aprisionam a vida que Deus ofereceu para todos em seu Filho. Com a força e a coragem do Pastor, lutam pela universalidade da salvação que não ficou aprisionada nem à cruz e nem ao sepulcro.
Neste domingo somos convidados por Jesus, Bom Pastor, a fazer parte do seu rebanho e aprender dele o jeito de ser Igreja. Ele sustenta nossa vida, e suas palavras nos dão segurança: nada poderá arrebatar-nos de sua mão.
A palavra de Deus não conhece fronteiras. Ela chega a todos os povos e nos reúne em torno do Ressuscitado, doador da vida eterna a quantos escutam a sua voz e o seguem.
A palavra de Deus alcança a todos os que se deixam orientar por ela. Jesus, o verdadeiro pastor, doou sua vida para que todos tenham vida plena. Jesus é o Cordeiro imolado e o pastor que conduz todos às fontes da água viva.
Dois aspectos enriquecem a vida cristã neste domingo: a comunhão e a doação de si. Jesus entra em comunhão com o seu rebanho e se doa voluntariamente pela salvação dos seus. Essa comunhão e autodoação têm sua fonte no amor entre o Pai e o Filho. Comunhão e autodoação é o modo de ser de Deus. Por meio de Jesus passa a ser o modo de ser dos cristãos. Por isso, a vida cristã não se afirma na indiferença, na distância ou na separação, mas no amor. Aquilo que para os outros é sem importância, porque não toca diretamente nossa vida, passa a ser importante, porque bebemos de uma fonte de amor. Assuntos e realidades como a fome, a violência, a dependência química, a injustiça que arranca os direitos essenciais à vida, as doenças, a corrupção, que criminosamente se propagam entre nós, são do nosso interesse e exigem ações da nossa parte em vista da vida e da salvação de todos. A experiência da ressurreição não pode ser entendida como graça particular, porém como missão, norma de uma vida aberta e devotada aos outros.
Nem é necessário bancar o super herói atento aos atos criminosos ou perigos sofridos por outrem. A vida exige que trabalhemos, cumpramos nossas obrigações, façamos nossos deveres, como cuidar da casa, da família, da própria saúde, até mesmo do lazer e do descanso. Contudo, é preciso encontrar lugar para o amor abnegado, gratuito e desinteressado. Encontrar tempo para sair de si e encontrar o outro que necessita. Basta abraçar uma causa, dedicar-se a uma meta em prol de uma situação, agremiar-se a um grupo, dar sua contribuição para um mundo melhor. Quem sabe, assim, o amor de Deus se torna mais evidente a um mundo tão fechado e ensimesmado?
Vivemos uma cultura da coisificação da pessoa. Se lhe atribuímos códigos e senhas. Não existe, porém, som mais deleitoso, do que ouvir alguém nos chamar pelo nome. Pessoalmente tenho grande dificuldade de guardar o nome das pessoas, embora não esqueça suas fisionomias. É algo que me entristece, porque é bom demais ser reconhecido pelo nome ao invés de identificado por códigos, apelidos pejorativos ou senhas. O que não suporto é o fingimento que muitas vezes disfarça nossa incapacidade de guardar na memória nomes de pessoas com quem nos relacionamos. Irrita-me profundamente quando alguém, seja ao telefone, seja pessoalmente, me peça que adivinhe quem é! Peço que se identifique de uma vez. Mas a questão de conhecer o rebanho, as ovelhas pelo nome e essas reconhecerem nossa voz é bem mais profundo e transcendente do que simplesmente lembrar o nome deste ou daquele colaborador em nossas Comunidades Eclesiais, Sociais, Políticas ou Profissionais.
A sociedade atual, sobretudo os jovens e adolescentes, se move pela busca de figuras referenciais para sua vida. Os padrões editados pela mídia projetam modelos que condicionam as pessoas a assumi-los, por vezes com consequências nefastas. Cantores e artistas famosos, atletas bem sucedidos etc., alimentam o sonho de autorrealização, de fama e de ser um herói para milhões de indivíduos. Estes “ídolos” mexem com o universo imaginário e simbólico das pessoas, sobretudo dos mais jovens.
Jesus é o Bom Pastor, não simplesmente em oposição à figura dos pastores mercenários, mas porque valoriza e conhece suas ovelhas e é reconhecido por elas. Ele dá a vida por elas por uma opção de amor. Portanto, Jesus se apresenta à comunidade como Bom Pastor, movido pela lógica do amor e não por interesses e favores pessoais, a exemplo dos mercenários. Quem não ama sua comunidade (seu povo) até à doação de sua vida, não pode ser considerado pastor exemplar.
O Dia Mundial de Oração pelas Vocações nos convida a rezarmos ao Senhor que envie pastores configurados com Cristo, o Bom Pastor! A começar dos Ministros Ordenados aos Agentes de nossas Pastorais, somos também convidados à conversão, à coerência e ao bom senso em nossas atividades, que devem estar sempre pautadas sobre o Projeto Evangelizador e Missionário de Jesus Cristo, o Bom Pastor! Quem não gasta sua vida pela Comunidade (o rebanho) corre o risco de compreender sua vocação como “meio de vida”, o que se torna geralmente um desastre. Por isso é fundamental conhecer Jesus Cristo ressuscitado e identificá-lo como o Bom Pastor a ser seguido. Conhecer Jesus e tê-lo como modelo de vida implica conhecer seu amor e aderir ao estilo de seu agir. A mútua relação entre Jesus e os seus gera e nutre a relação de intimidade, de confiança, de diálogo, de pertença, de segurança. Não é em vão que a palavra pastoral evoca: zelo, cuidado, carinho, misericórdia, compaixão, amor, dedicação, ternura, atenção às pessoas e às suas necessidades.
ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES
Jesus, Bom Pastor, que chamastes os apóstolos a vos seguir,
Continuai chamando pessoas generosas e de mente aberta
Para que deem continuidade à missão por vós iniciada.
A messe é grande, poucos os operários:
Necessitamos, Senhor, de bons e santos pastores.
Isto vos pedimos, a vós que viveis e reinais para sempre.
Amém.
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NOTA DA CNBB SOBRE O MOMENTO ATUAL DO BRASIL.
NOTA DA CNBB SOBRE O MOMENTO ATUAL DO BRASIL
“Pratica a justiça todos os dias de tua vida e não sigas os caminhos da iniquidade” (Tb 4, 5)
O Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunido em Brasília-DF, nos dias 10 a 12 de março de 2015, manifesta sua preocupação diante do delicado momento pelo qual passa o País. O escândalo da corrupção na Petrobras, as recentes medidas de ajuste fiscal adotadas pelo Governo, a crise na relação entre os três Poderes da República e manifestações de insatisfação da população são alguns dos sinais de uma situação crítica que, negada ou mal administrada, poderá enfraquecer o Estado Democrático de Direito, conquistado com muita luta e sofrimento.
Esta situação clama por medidas urgentes. Qualquer resposta, no entanto, que atenda antes ao mercado e aos interesses políticos que às necessidades do povo, especialmente dos mais pobres, nega a ética e desvia-se do caminho da justiça. Cobrar essa resposta é direito da população, desde que se preserve a ordem democrática e se respeitem as instituições da comunidade política.
Diante das suspeitas de corrupção na gestão do patrimônio público, manifestamos nossa firme convicção de que a justiça e a ética requerem uma cuidadosa apuração dos fatos e a responsabilização, perante a lei, de eventuais corruptos e corruptores. Enquanto a moralidade pública for olhada com desprezo ou considerada um empecilho à busca do poder e do dinheiro, estaremos longe de uma solução para a crise vivida no Brasil. A solução passa também pelo fim do fisiologismo político que alimenta a cobiça insaciável de agentes públicos, comprometidos com a manutenção de interesses privados. Urge, ainda, uma profunda reforma política que renove em suas entranhas o sistema político em vigor.
Comuns em épocas de crise, as manifestações são um direito democrático que deve ser assegurado a todos pelo Estado. O que se espera é que sejam pacíficas. “Nada justifica a violência, a destruição do patrimônio público e privado, o desrespeito e a agressão a pessoas e instituições, o cerceamento à liberdade de ir e vir, de pensar e agir diferente, que devem ser repudiados com veemência. Quando isso ocorre, negam-se os valores inerentes às manifestações, instalando-se uma incoerência corrosiva que leva ao seu descrédito” (Nota da CNBB 2013).
Nesta hora delicada e exigente, a CNBB conclama as Instituições e a sociedade brasileira ao diálogo. Na livre manifestação do pensamento, no respeito ao pluralismo e às legítimas diferenças, este momento poderá contribuir para a paz social e o fortalecimento das Instituições Democráticas.
Deus, que acompanha seu povo e o assiste em suas necessidades, abençoe o Brasil e dê a todos força e sabedoria para contribuir para a justiça e a paz. Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, interceda pelo povo brasileiro.
Brasília, 12 de março de 2015
Dom Raymundo Cardeal Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida – SP
Presidente da CNBB

Dom José Belisário da Silva, OFM
Arcebispo de São Luis do Maranhão – MA
Vice Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner, OFM
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB
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